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Pandemia e o aquecimento do mercado imobiliário: qual a relação?

Pandemia e o aquecimento do mercado imobiliário: qual a relação?

Não é novidade que a pandemia da Covid-19 trouxe uma crise financeira sem precedentes na história, não é mesmo? No entanto, no mercado imobiliário, as coisas estão acontecendo fora da curva.


O ano de 2020 pegou todos os especialistas de surpresa, registrando um aumento significativo nas vendas de imóveis. A tendência é que, no decorrer de 2022, a busca por casas e apartamentos siga em alta, com o mercado imobiliário seguindo aquecido.



Motivos que fizeram a pandemia aquecer o mercado imobiliário


Mas o que será que está fazendo o mercado imobiliário se manter em alta, mesmo em meio a uma pandemia? Os motivos são diversos, de acordo com os estudiosos do segmento. Veja alguns dos principais!



Juros baixos


Um dos motivos que justifica o aquecimento do mercado imobiliário na pandemia é a baixa dos juros no Brasil.


A taxa Selic, que serve como referência para a definição dos juros cobrados pelos bancos em empréstimos, esteve com uma média de 2,5% em 2020. Esse é o menor patamar desde 1999.


Com os juros mais baixos, fica mais fácil barato para o consumidor contratar empréstimos nas instituições bancárias. Desse modo, as pessoas que desejam comprar a casa própria ou investir no mercado imobiliário viram uma boa oportunidade para adquirir imóveis.



Mudança de hábitos da população


A pandemia do novo coronavírus fez com que as pessoas mudassem os seus hábitos. Por conta do distanciamento social, foi necessário passar mais tempo em casa, fazendo com que o lar fosse descoberto.


As pessoas perceberam que a casa pode ser muito mais do que um lugar para dormir ou guardar as coisas. Os espaços do lar podem ser ocupados para o lazer, para fazer atividades físicas, para trabalhar etc.


Com as pessoas tendo que ficar mais em suas residências, muitos perceberam a necessidade de ter imóveis maiores e mais confortáveis. A busca por casas cresceu, por exemplo, em relação à de apartamentos.



Popularização do home office


Também por conta do isolamento social, muitas empresas adotaram o home office em 2020. Porém, a tendência é que as pessoas cada vez mais trabalhem em casa, mesmo quando a pandemia for totalmente superada.


Para você ter uma ideia, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a prática do home office deve crescer até 30% após a pandemia.


A necessidade de ter um espaço adequado para trabalhar em casa impulsionou não apenas as reformas, mas também a compra de novas moradias. 


Muitos profissionais, de olho nessa tendência, viram a necessidade de adquirir imóveis que fossem um espaço confortável para morar e também trabalhar.



Confiança para os novos lançamentos


Apesar das incertezas existentes no início da pandemia, as empresas do mercado imobiliário logo foram surpreendidas por fatores que mantiveram o segmento aquecido. 


Dessa forma, novos lançamentos começaram a ser feitos, crescendo a oferta para quem deseja comprar ou alugar imóveis. 


Com mais imóveis disponíveis no mercado, os investidores ampliam as suas opções e o mercado se mantém ativo e competitivo.



Benefícios de investir no mercado imobiliário durante a pandemia


Para os investidores, o mercado imobiliário tem se mostrado uma opção bastante atrativa durante a pandemia. Conheça algumas vantagens!



Segurança do investimento


Investir no mercado imobiliário é uma opção segura para quem investe dinheiro. Por conta das incertezas em outras opções de investimentos, comprar imóveis tem se tornado uma boa opção para não perder valores.


Praticamente não existem perdas ao investir em imóveis, tendo em vista que eles não sofrem desvalorização imediata. Trata-se de um investimento seguro e que vale muito a pena para proteger o patrimônio.



Proteção contra a inflação


Ao apostar no mercado imobiliário, o investidor também se protege contra a inflação. Trata-se do índice que mede o quanto o dinheiro perde valor em determinado período, podendo gerar aplicações negativas em determinados períodos.


No caso do mercado de imóveis, é adotado o Índice Nacional da Construção Civil (INCC). O indicador é usado nas transações do mercado imobiliário, para fazer cálculos que definem as parcelas dos financiamentos e os reajustes de aluguel.


Isso faz com que os investimentos não sejam desvalorizados, mesmo quando a inflação está em alta.



Pagamento facilitado


Existem muitos tipos de financiamento para imóveis, o que faz com que o pagamento seja muito facilitado. 


Desde opções mais simples, como o “Minha casa, minha vida”, até outras mais complexas, não faltam meios para que os compradores possam pagar as parcelas referentes aos seus imóveis.


A relação entre o mercado imobiliário e a pandemia não apenas aqueceu o segmento, como também mostrou que ele é indicado para quem deseja uma opção de investimento rentável e segura.


Ao comprar um imóvel para alugar, por exemplo, o proprietário terá uma boa rentabilidade com os valores que receberá dos inquilinos. Além disso, terá a garantia de que o seu investimento não desvaloriza tão facilmente.Para saber mais sobre o mercado imobiliário e assuntos relacionados, siga as nossas redes sociais! Você nos encontra no Facebook e no Instagram!

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